Este foi um caso verídico e que por motivos óbvios, os
personagens tomaram outros nomes. Cenário: Uma Estação Ferroviária, onde o
Baixinho era o Chefe, isto, em mil novecentos e antigamente, aconteceu o fato a
seguir: Uma Coroa, cujo Barco, estava em cima de um banco de areia, achou de se
engraçar de um homem ajuntado, cheio de filhos; quem advinha o
resultado? Adivinhou, este mesmo. Conversa vai, conversa vem e em função do Bode
de Felix, de casar, a vítima, foi dar parte à Polícia. Na Delegacia, contou
o infausto acontecimento: “Eu era uma moça honrada e Céra, aí, veio
aquele disgraçado e buliu cum eu. Agora, o seguinte é esse: Eu quero qui ele se
case cumigo”. Processo instaurado e remetido à Justiça, etc e tal. Decorridos
alguns dias, foram convocados, para uma audiência no Fórum. Para lá se
dirigiram. Como não surtiu o efeito
desejado, a conciliação pleiteada, o Douto Juiz, resolveu fazer o Casório e
indagou do Réu: “Quer o Senhor Antonio Gavião, casar em Regime de Comunhão de
Bens, ou de Separação de Bens?”, ao que o Gavião, respondeu: “Dotô Juí, num
intendo nada disso e arrefém, ´peço qui Vossa Inselença mi esprique mió .”O juiz : “Bem, com comunhão de bens , o que pertence a um,
igualmente pertence ao outro , no outro caso de separação de bens, então ,
pertence aos seus donos.” Aí, o Sr. Gavião, fez uma afirmação e um pedido :
“Dotô, já qui tamo na presença de Vossa Senhoria, e Cuma num vou vivê mermo
cum Cravina, peço ao Dotô, pra mode fazê logo, a partia : já qui eu tenho nove fio, cinco é dela e cuma
ela tem duas vaca, uma é minha”!!! Happy
marriage. Baixinho

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