De um amigo Tipógrafo, Itabaianense, que residia em Nova
Cruz RN, minha terra.
Segundo ele, existiu no bairro da Torre, uma Sociedade cujo nome está em
título. Segundo ele, e vale informar, que Carroceiros, todos sabem o que é,
mas, Figueiros eram os vendedores de fígado de Boi, para eles, FIGO. Vamos ao
que interessa: em uma casa de palha, na Torre, eles se reuniam na casa de um
deles (que eram 9), em uma puxadinha lá no fim do quintal; (5 carroceiros e 4 figueiros),
isto para tratar de assunto pertinente à Sociedade. Sempre que se reuniam, o
Carroceiro-Mor e dono da casa ia buscar a lamparina para clarear o ambiente.
Aproveitando a rara oportunidade, o
Carroceiro-Mor, usando da palavra, se reportou ao fato de que sempre que havia
reunião, ele ia buscar a lamparina e propôs o
que se segue:” nói pra num se reuni no iscuro, vou buscá minha
lamparina, gastando meu querozeno, mió
seria qui nói cumprasse um
candiêro e um lito de gái e dexasse aqui pras reunião?, purisso, peço qui todos
diga sim ou não.” Resultado: 8 disseram não!. Nosso proprietário engulindo este
tremendo sapo e como houvesse um pedido de palavra, disse: Pode falare quem
quisé. Um falou: “O qui nói precisa é di uma brioteca pra aprendê arguma coisa”
e o Presidente, enfático, discordou: “pra que brioteca? Brioteca sumo nói mermo, cada um representa um valume ,
só qui o pensamento é adevesso”.Em tempo:
A título de informação: Na época, uma lamparina custava 500 réis, equivalendo na moeda atual R$0,50.
Techau. Baixinho
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