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sábado, 21 de abril de 2012

Cego vivo


Em uma calçada de uma cidade qualquer, estava um cidadão com uma roupa de cego, portava óculos de cego, chapéu de cego e fala de cego;  junto da figura, um cachorro dormitava tranquilamente. Com aquela entonação da voz, de fazer pena, o cego exclamava entre triste e melancólico: “colaborem, sejam generosos com quem nunca viu a luz do dia, pelo que, surtiu o devido efeito. Em uma bacia de queijo do reino, postada no chão, iam caindo uma a uma, moedas e mais moedas, em função da generosidade humana. Dentre os doadores, encontrava-se um rapagão boa pinta que aproximou-se do cego e falou: “ ceguinho, vou colocar uma moeda de 1 real  e tirar uma de 0,50 e assim  procedeu, só que na razão inversa, o que fez  o pedinte reclamar : “ meu irmão, você colocou 0,50 e retirou um real, coisa feia!e o ludibriante deu o troco incontinente : coisa feia é o que você está fazendo, dizendo que é cego, enganando o povo. Sem  afobação, o cego  respondeu:  deixa de ser burro, o cego é o cachorro”.  - Baixinho

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